sábado, 5 de novembro de 2016

7 dicas para fotografar no pôr do sol com luz natural


  1. Encare o sol como uma ferramenta de trabalho. O sol é o nosso principal componente em ensaios externos. Câmeras, lentes e acessórios são muito particulares e totalmente individuais. O sol é o mesmo pra todos. Entender que dependemos dele é essencial. A luz que todos gostamos é a mesma luz que queremos fotografar. Tenha-o como algo fundamental no seu “set”!
  2. Fotografe sempre após as 16 horas. Agora que entenderam o verdadeiro valor e propósito do nosso querido e iluminado sol vamos estudá-lo! Longe de toda a ciência e medições em Kelvins e etc. Vamos ser mais práticos! O sol começa a ficar “aturável” aos nossos olhos a partir das 16h (isso fora do horário de verão), isso varia em alguns minutos dependendo da época do ano, mas nada que altere muito a sua posição.
  3. Pós Produção é fundamental. Todas as nossas fotos passam por um tratamento de cores pelo LR, apenas isso. Mas tratar “apenas” as cores traz o resultado necessário. Não digo que o LR é o melhor, mas pra gente tem funcionado perfeitamente. As cores estão ali, realça-las e acertar a saturação de cada uma é fundamental!
  4. Equilibre a fotometria entre fundo e plano principal. Isso é simples e muito efetivo. Vamos imaginar um casal e o sol atrás deles, se fotometrarmos diretamente o casal o fundo vai ficar muito claro (ou estourado), e se fotometrarmos o fundo o casal fica escuro e o máximo que conseguiremos em uma pós-produção será uma boa silhueta.Agora tente equilibrar a fotometria, deixando o fundo visível e um pouco de luz no casal. A princípio teremos uma imagem um pouco mais escurecida diretamente na câmera, mas totalmente editável! O uso do flash é válido, dependendo do estilo de cada um. Nós particularmente não fazemos uso do flash nos ensaios.
  5. Procure a luz. Isso mesmo! Mova-se. Ande. Canse. Transpire. Literalmente faça um trabalho suado. Não faça o casal ficar andando de um lado para o outro, isso faz com que a naturalidade seja substituída pelo cansaço. Ache o ponto ideal, ande sim pela locação, mas quem deve achar a melhor posição pra luz somos nós. Não pare na primeira foto boa. Mude sua posição, olhe o casal, sinta a luz que eles sentem.
  6. Procure manter um padrão de cores agradável aos olhos! Não invente cores, deixe tudo amarelo ou tudo azul, ou 7 cores no céu. Quanto mais natural, melhor. O que agrada nossos olhos vai agradar aos que verem a fotografia. Isso é básico, clichê, mas é a realidade; menos é mais, sempre! Cuidado com contrastes abusivos e principalmente com a saturação de cada cor.
  7. Fotografe até não ter mais luz! Não se vença por fotos boas. Aguarde. O melhor está sempre no final, use as nuvens para compor. A natureza reserva algo muito especial no “adeus” de cada dia. A impressão que tenho é que as nuvens são telas pintadas a dedo por alguém que iluminou aquele dia de ensaio!
Fonte: Portal Photos

A arte de fazer pose, segundo Marilyn Monroe

De pin-up a estrela de Hollywood, a vida breve de Marilyn Monroe ficou registada numa avalancha de imagens - uma exposição de fotografias em França faz o inventário dessa memória.




Será que ainda há fotografias inéditas de Marilyn Monroe? A pergunta envolve esse assombramento amargo e doce que associamos à memória trágica de algumas estrelas de cinema. Dir-se-ia que o nosso egoísmo visual favorece a ilusão de que o aparecimento de imagens desconhecidas é um evento mágico que corresponde a uma perversa forma de resgate: cada imagem acrescentada à mitologia relança a sua energia simbólica, afastando a certeza irreversível da morte.

Em todo o caso, sejamos práticos, ou melhor, realistas. Vale a pena repensar o assunto de modo menos crispado e celebrar as imagens, todas as imagens, que já conhecemos. Porque, afinal, o seu poder é tão ancestral quanto o dos bichos desenhados pelos homens das cavernas - cada uma dessas imagens regressa sempre igual, sempre diferente, como se o nosso extasiado olhar fosse o guardião de um saber cristalizado para todas as eternidades.

Assim se apresenta a exposição dedicada a Marilyn que, a partir de hoje (até 1 de maio de 2017), está disponível em Aix-en-Provence, no Sul de França, a cerca de 150 km de Cannes. Quem a propõe é o Hotel de Caumont/Centre d"Art, instituição gerida pela Fondation Culturespaces que tem também a seu cargo, entre outros espaços culturais, o Museu Maillol de Paris e o Théatre Antique em Orange. O título contém uma demanda de amor - "Marilyn: I Wanna Be Loved By You" -, definindo também uma lógica informativa e didática: trata-se de dar a ver a trajetória dessa mulher que nasceu com o nome de Norma Jeane Mortenson (1926--1962) através dos olhares de alguns fotógrafos de eleição.

O vestido esvoaçante


Por onde começar? Talvez por uma daquelas imagens que todos identificam como um ícone, mesmo quando não conhecem o filme a que pertence: Marilyn está numa rua de Nova Iorque, fazendo pose sobre uma grelha do metropolitano; o ar que vem das entranhas da terra (a metáfora é irresistível) levanta-lhe o vestido, reagindo ela com a alegria ambígua de uma menina que não sabe se está a confirmar as nobres exigências do pudor ou a testar o seu potencial de sedução.

Deixemos a resolução do enigma para os espectadores de pensamento mais arrumado. Lembremos apenas que se trata de uma cena do filme The Seven Year Itch (1955), do mestre Billy Wilder, comédia pouco ortodoxa sobre a atribulada convivência de um homem casado, interpretado por Tom Ewell, com a vizinha do lado (Marilyn) - entre nós, para evitar confusões, chamaram-lhe O Pecado Mora ao Lado. A fotografia é, ela própria, um sugestivo mapa mitológico: Marilyn está a ser didaticamente observada por Ewell, mas a metade direita da imagem surge ocupada por um batalhão de figuras (técnicos e mirones) que definem o próprio poder do evento cinematográfico. A saber: ocupar a banalidade do quotidiano e, através da presença de uma star, transformar a evidência realista em matéria de lenda.


Quem assina a imagem do vestido ondulante é Sam Shaw (1912--1999), fotógrafo de uma sensualidade à flor da pele que alguns espectadores portugueses recordarão com especial emoção: em 1992, a convite de Mário Ventura e Salvato Telles de Menezes, foi uma presença fascinante e inesquecível no Festival de Tróia (entretanto, há cerca de um ano, a sua obra foi evocada numa exposição organizada pela Fundação D. Luís, no Centro Cultural de Cascais).

Shaw, que também foi produtor de filmes do seu amigo John Cassavetes, deixou um legado muito rico e original, em particular através do modo como fotografou Marilyn e Marlon Brando, o próprio Cassavetes e a sua mulher Gena Rowlands. Numa altura em que as imagens de atores e atrizes eram ainda rigorosamente controladas e difundidas pelos grandes estúdios (assim impunha a lógica do bem chamado star system), Shaw privilegiava as situações de luz natural, os gestos espontâneos, a ausência de maquilhagem. São especialmente tocantes as fotografias que obteve ao longo de um período de férias no Verão de 1957, em Amagansett (Nova Iorque), passadas na companhia de Marilyn e do então seu marido Arthur Miller - registado por Shaw, o riso de Marilyn envolve uma candura radical, como se os artifícios da pose tivessem dado lugar a uma entrega sem mágoa, vislumbrando-se a verdade mais íntima da esquecida Norma Jeane.

O arco temporal da exposição corresponde a uma saga de impecável dramaturgia: revelação, ascensão, apoteose e ocaso. Tudo começa com as primeiras fotografias assinadas por Andre de Dienes (1913-1985), para se concluir com a célebre "sessão final" que Bert Stern (1929-2013) registou um mês antes da morte de Marilyn (The Last Sitting, de acordo com o título do livro de 1982 que organizou a respetiva memória).

História de uma pin-up


Nascido na Transilvânia, no então império austro-húngaro, Dienes fixara-se em Los Angeles na década de 1930. Quando conheceu Norma Jeane em 1945 - ele com 32 anos, ela com 19 -, fotografou-a ao longo de uma viagem de milhares de quilómetros através dos estados de Califórnia, Arizona, Nevada e Oregon, com um resultado paradoxal: o portfolio corresponde ao bloco-notas de uma história de amor e também ao nascimento de uma "pin-up". Afinal de contas, a própria Marilyn nunca escondeu que as suas poses iniciais, para revistas e calendários, corresponderam a uma muito básica forma de sobrevivência. Entre as imagens desse período, o lendário nu assinado por Tom Kelley em 1949 entraria na mitologia erótica da década seguinte, ao ser publicado, em Dezembro de 1953, na primeira edição da revista Playboy.

Grandes mestres do século XX estão, obviamente, representados, incluindo Cecil Beaton (1904-1980), Philippe Halsman (1906-1979) e Milton Greene (1922-1985), este último o que mais a fotografou no período de maior glória em que protagonizou filmes como Niagara (Henry Hathaway, 1953), Os Homens Preferem as Louras (Howard Hawks, 1953), Rio Sem Regresso (Otto Preminger, 1954), o já citado O Pecado Mora ao Lado e Paragem de Autocarro (Joshua Logan, 1956).


Em qualquer caso, talvez só o muito pouco lembrado Ed Feingersh (1925-1961) se tenha aproximado da sensação de intimismo e cumplicidade que encontramos nas fotografias assinadas por Sam Shaw ou Andre de Dienes. Foi o próprio Milton Greene que lhe propôs a tarefa de retratar os bastidores de trabalho de Marilyn. Feingersh apenas a acompanhou durante uma semana (de 24 a 30 de Março de 1955), mas o seu portfolio sabe dar a ver tanto o elaborado aparato dos ensaios quanto a vulnerabilidade de uma "mulher como as outras", na altura a viver de forma discreta no Ambassador Hotel, por vezes deambulando, incógnita, pelas ruas de Manhattan.

Como se escreve no texto de apresentação da exposição de Aix-en-Provence, a relação de Marilyn com a fotografia enraíza-se num tempo anterior à entrada no universo de Hollywood: "Desde muito jovem, devorava as revistas de cinema e as suas imagens idealizadas, despertando-a para o interesse pela fotografia. Ao começar como modelo e "pin-up", rapidamente se apercebeu de como a imagem seria importante no lançamento da sua carreira no cinema."

Resta não esquecer que o título da exposição, "I Wanna Be Loved By You" (à letra: "quero ser amada por ti") é o verso de abertura, e também o título, de uma canção que Marilyn canta nessa obra-prima da comédia clássica que é Quanto Mais Quente Melhor (1959), de Billy Wilder. No refrão, ela acrescenta alguns sons plenos de promessas: "Boob-boop-a-doop!"... Há coisas que, de facto, importa não tentar explicar.


A câmara fotográfica.... como surgiu?

Embora a primeira fotografia que se tem notícia, data de 1826, com o francês Joseph Nicéphore Niépce, que usou uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível (chamado Betume da Judéia) foi um outro francês, Daguerre, quem apresentou a primeira câmera fotográfica em 07 de janeiro de 1839, na Academia Francesa de Ciência, em Paris. Sua invenção foi chamada de "daguerreótipo" (por causa do seu nome: Daguerre).

O daguerreótipo era uma caixa, na qual era colocada uma chapa de cobre prateada e polida que era submetida ao iodo formando sobre si uma camada de iodeto de prata. Essa placa era exposta à luz dentro de uma câmara escura por vários minutos. Depois, era revelada em vapor de mercúrio aquecido, que aderia ao material nas partes onde ele havia sido sensibilizado pela luz, formando a imagem.

Enquanto Nièpce chamou o seu processo que inventara de "heliografia", Daguerre chamou o seu processo de daguerreotipia. Os daguerreótipos se tornaram bem populares (D. Pedro II, ainda jovem, encomendou um, da frança) e na época houve uma especulação sobre o "fim da pintura", tal como quando sugiu a fotografia colorida, quando também houve especulações sobre o fim do "preto e branco".

 



Foi um daguerreótipo que
tirou a primeira foto de
Abraham Lincoln em 1846.




Daí em diante, muitas coisas aconteceram. Como o processo da daguerreotipia era demorado, caro e restrito a uma classe privilegiada, muita gente passou a trabalhar para simplificar mais este processo. É é aí que surge um importante nome: George Eastman, responsável por uma popularização maior da fotografia que passou a ser produto de consumo a partir de 1888. George Eastman fundou a empresa Kodak com uma proposta de marketing onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotografos profissionais com a introdução da câmera tipo "caixão" (também chamada de "câmera-box", tenho inúmeras na coleção) e pelo filme em rolos 120, 620 e um pouco mais tarde o 135 e o 126.
A revolução no mundo das câmeras fotográficas começou em 1925, com o surgimento da Çâmera Leica I, a primeira câmera 35mm. O formato de alta qualidade e sua portabilidade inspiraram muita gente e passou a ser objeto de desejo de muitos fotógrafos pelo mundo inteiro (à esquerda, uma câmera Leica da nossa coleção).


Câmara fabricada por Joseph Niepce


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Rostos nas árvores da Amazónia

     No seu mais recente projecto, o fotógrafo francês Philippe Echaroux projectou várias fotografias de rostos de indigenas da amazónia nas copas das árvores da maior floresta do planeta.
    Este projecto tem como foco principal uma tribo Suruí governada pelo chefe Almir Surui Narayamoga, a quem foi dado o papel de apoiar a reflorestação e proteger a zona que a sua tribo habita na floresta. Posto isto, Echaroux foi convidado pelo chefe da tribo a colaborar com a sua causa, no âmbito de chamar a atenção para este problema e demonstrar a forte ligação que as tribos da Amazónia têm com a sua floresta.





street-art-2-0-amazonie




street-art-2-0-amazonie-4






















Texto escrito por mim.

Fonte da informação e das imagens: http://petapixel.com/2016/11/03/photos-faces-projected-onto-amazon-rainforest/

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Sharbat Gula


Sharbat Gula




Sharbat Gula tinha 12 anos quando foi fotografada durante uma reportagem do canal “National Geographic” sobre a ocupação soviética no Afeganistão. Tornou-se uma das fotografias mais conhecidas de todo o mundo. Em 2002, o fotógrafo Steve McCurry, autor da fotografia, reencontrou Gula, então, com 30 anos, numa região remota do Afeganistão. Ela não tinha a menor ideia do impacto que sua foto causou na civilização ocidental.

Fotografia: Steve McCurry


Fontes:
http://stevemccurry.com/
http://www.revistabula.com/398-as-10-fotografias-mais-famosas-da-historia/

Aparente ovni em fotografia da NASA intriga investigadores



A foto de um aparente objeto voador não identificado (ovni/UFO) sobre a superfície da Lua, tirada em 1969 durante a missão Apollo 11, da Agência Espacial Americana (NASA), e exibida no início do mês no Youtube pelo canal Paranormal Crucible, constituído por teóricos da existência alienígena, tem gerado acalorados debates com relação a origem da estrutura.


De acordo com informações do jornal britânico Daily Mail, edição de terça-feira (18), ‘caçadores de ovnis’ enfatizam que o evento foi registrado pelos primeiros homens a pisar no astro, os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin.


Na descrição do vídeo, membros do canal argumentam que a foto evidencia uma estrutura misteriosa em forma de míssil, e que ela pertence aos arquivos das missões Apollo.


Entretanto, investigadores do Paranormal Crucible conjecturam sobre a inusitada estrutura não ser uma nave construída por alguma civilização alienígena, mas sim desenvolvida pela Agência Espacial Americana.

Segundo eles, a NASA teria como objetivo destruir hipotéticas bases extraterrestres na Lua. “Poderia a Nasa bombardear instalações alienígena na superfície lunar, possivelmente usar alta tecnologia do programa espacial secreto?”, indagam.


O vídeo, que até o momento já conta com mais de 108 mil visualizações, desperta admiração e repulsa entre os internautas. Enquanto a maioria aceita a possibilidade de um objeto anômalo ter sido registrado pelos astronautas da Apollo 11, outros acentuam a necessidade de uma pesquisa mais detalhada sobre o fenômeno.


Em depoimento exclusivo ao Daily Mail, Nigel Watson, autor do Manual de Investigações dos UFOs, aponta a necessidade de avaliar o local da imagem em diferentes momentos. “O principal problema é que aqui não temos senso de escala, e valeria a pena verificar a mesma área em diferentes momentos do dia para ver se isso é uma ilusão de óptica causada por uma combinação de características geográficas e o ângulo do sol”, opina.


Apesar da fotografia continuar uma incógnita, sem a NASA comentar a respeito, o fato é que o próprio Buzz Aldrin, segundo homem a pisar na Lua, revelou ter observado um ovni em volta deles no espaço.


Abaixo, veja o vídeo da análise da fotografia. Depois, ouça o depoimento de Aldrin sobre o avistamento de um UFO próximo a eles durante a missão da Apollo 11.




Fonte: http://br.blastingnews.com/mundo/2016/10/aparente-ovni-em-fotografia-da-nasa-intriga-investigadores-001192879.html

quarta-feira, 2 de novembro de 2016


Facebook aprendeu com fotografia do Vietname e promete aceitar mais imagens icónicas



A rede social não diz como, mas promete que nas próximas semanas vai deixar que fotografias consideradas relevantes sejam partilhadas, apesar de violarem as regras do Facebook.







(A foto icónica do Vietname foi censurada pelo Facebook.)



Depois da polémica, a admissão de que há fotografias que pela sua força noticiosa podem ser partilhadas no Facebook. A rede social vai alterar as políticas de partilhas de imagem nas próximas semanas para que fotografias como a de Kin-Phuc, a criança a correr nua para fugir de uma bomba de napalm, durante a guerra do Vietname, possam ser permitidas.


Fonte:
https://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-aprendeu-com-foto-do-vietname-e-vai-aceitar-mais-fotos-iconicas-1749502

Fotografias icónicas

De todas as fotografias captadas, algumas permanecerão para sempre gravadas nas nossas memórias. É o caso das fotografias que se seguem, momentos captados entre o século 20 e o início do século 21, que deixaram uma impressão duradoura sobre a história da época contemporânea.


Migrant Mother

Por Dorothea Lange, em 1936


Hindenburg Disaster

Por Murray Becker, em 1937



Kiss In Times Square

 Por Alfred Eisenstaedt, em 1945


Einstein's Tongue

Por Arthur Sasse, em 1951


Segregated Water Fountains 

Por Elliott Erwitt, em 1950


The Burning Monk
Por Malcom Browne, em 1963


The Saigon Execution
Por Eddie Amdast, em 1968



Napalm Girl
Por Nick Ut, em 1972



Afghan Girl

Por Steve McCurry, em 1984


Death Of Omayra Sánchez

Por Frank Fournier, em 1985



The Vulture 
Por Kevin Carter, em 1993



The Falling Man

Por Richard Drew, em 2001




The Unknown Rebel
Por Jeff Widener, em 2009



terça-feira, 1 de novembro de 2016

Ambientes Fantasmagóricos em Fotografia

Fig. 1 - Fotografia de um bosque por Emanuele Monaco.
À primeira vista, pode parecer complicado conceber uma fotografia com um ambiente sombrio. Porém, dar uma atmosfera fantasmagórica a uma imagem capturada é até bastante simples.
Em primeiro lugar, há que utilizar a compensação em 1 stop, talvez 2, de modo a combater o fotómetro da câmara, que irá automaticamente tentar dar mais luz à cena fotografada.
Seguidamente, a imagem deve ser convertida para uma fotografia a preto e branco. Apesar de este passo ser apenas opcional, é bastante conveniente no que toca a atribuir uma atmosfera sombria à cena.
Assim, a fotografia ficará com um ambiente muito mais obscuro.

Após a captura da imagem, o fotógrafo também poderá fazer várias experiências de sobreposição de imagens no Photoshop para alcançar um efeito ainda mais fantasioso.

Como fotografar rastos de luz no céu noturno?

Como fotografar rastos de luz no céu noturno?
Fig.1 - Fotografia da Igreja de Nossa Senhora do Desterro
pelo astro fotógrafo Miguel Claro, 2015
Em fotografia, quando reduzida para longos períodos de tempo, a velocidade de obturação consegue capturar imagens extraordinárias. Em câmaras digitais regulares, porém, a utilização de tempos de exposição muito duradouros podem causar bastante ruído, de modo a que é aconselhável fotografar várias imagens com tempos de exposição mais curtos e, mais tarde, combiná-las através do Photoshop.
Em primeiro lugar, o fotógrafo deve colocar, com a ajuda de um tripé, a câmara a apontar para as estrelas, sendo a mais aconselhável a Estrela Polar (já que esta está alinhada com o eixo de rotação da Terra).
Após a colocação correta da câmara, já é possível tirar uma única fotografia ou várias sequências, dependo da máquina utilizada. Quanto mais longo o tempo total fotografado, maiores serão os rastos das estrelas.
Finalmente, com os mesmos valores utilizados para capturar a(s) fotografia(s) das estrelas, é necessário colocar a câmara sobre a objetiva e tirar uma fotografia assim mesmo. Deste modo, durante a edição das fotografias, mais tarde, esta última imagem deverá ser utilizada, de modo a reduzir o ruído e a ocultar possíveis pontos brancos característicos de fotografias tiradas com longa exposição, os chamados “pixéis mortos”.

Assim, após a sobreposição das imagens capturadas, o fotógrafo terá uma ou mais fotografias de estrelas em movimento no céu noturno.

Sistema RGB

O sistema de cores RGB ( Red Green Blue ) representa a cor como a adição de 3 cores.


Síntese aditiva utilizando o sistema RGB

Com efeito, o pixel é constituído por três canais de informação de cor: verde, vermelho e azul, de forma que sendo cada canal  definido por 8 bits – ou 1 byte -, ocupa-se um total de 3 bytes por pixel.  

Pixel

Considerando que cada canal é descrito por 8 bits, existem 2^8 (ou 256) sequências binárias diferentes para representar a intensidade luminosa de cada canal. Assim, um canal de informação de cor compreende valores de intensidade luminosa que variam entre 0 – quando se encontra desligado – e 255 – para o qual a intensidade é máxima -, sendo que assumir qualquer valor entre os referidos resulta numa emissão parcial de luz. 
Neste sentido, a cor do pixel será o resultado da combinação da intensidade luminosa de cada canal, existindo 256*256*256 combinações possíveis de verde, vermelho e azul e, logo, 16.777.216 cores que se podem representar utilizando o sistema RGB.

A cor do pixel resulta da adição da cor dos 3 canais de informação de cor

A beleza da fotografia abstrata

Fotografia abstrata é diferente dos outros tipos de fotografia. Por exemplo, as regras, tais como composição e foco, perdem seus valores. O fotógrafo abstrato usa a sua imaginação criativa para criar obras de arte impressionantes.
Este tipo de fotografia é uma forma popular de arte e as recompensas para um bom fotógrafo abstrato valem a pena. Compradores de arte pagam enormes quantias por um bom trabalho.
Fotografia abstrata é um processo de utilização de cores e padrões combinados para criar uma imagem, sem nenhum significado verdadeiro e sujeito claro envolvidos. Ela não necessariamente vai significar a mesma coisa para todos, pode ser algo diferente para cada um de nós.

Alguns exemplos:







Fonte: Sigla Design

Quando uma fotografia o leva para um qualquer destino do mundo à escolha

Se tirar fotos é um interesse e um “gosto”, profissionalmente ou de forma amadora, saiba que pode participar no Urban Photographer of the Year. O vencedor ganha uma viagem fotográfica a um destino à escolha, para duas pessoas.



As inscrições são gratuitas e já estão abertas. Cada participante pode submeter até 24 imagens, uma para cada hora do dia.
Esta é a 10ª edição do concurso organizado pela CBRE que este ano está sujeito ao tema “Cidades em movimento: Pessoas, Lugares e Perspetivas”. Desta forma, convidam-se os fotógrafos profissionais e amadores a submeterem imagens que traduzam momentos de ligação no ciclo diário da vida citadina.
Oscar Rialubin foi o vencedor da competição Urban Photographer of the Year de 2015 com a incrível imagem, ‘Xyclop’, um poderoso retrato de um mestre relojoeiro a trabalhar. Esta última edição contou com mais de 21.000 participações de 113 países de todo o mundo.

Além da viagem fotográfica para um destino à escolha para o vencedor, há também drones, e GoPro como prémios, entre outros.

Fonte:http://tek.sapo.pt/extras/site_do_dia/artigo/quando_uma_fotografia_o_leva_para_um_qualquer_destino_do_mundo_a_escolha-49398dnj.html





Como criar em Photoshop um ambiente pós-terramoto

 O primeiro de novembro de 1755 ficou célebre devido ao grande terramoto de Lisboa. Este acontecimento está quase a fazer duzentos e sessenta e um anos. O terramoto, que registou aproximadamente 9.0 na escala de Ritcher (o mesmo que o terramoto do Japão de 2012), destruiu oitenta e cinco por cento das habitações da cidade lisboeta, não só devido ao tremer da terra e ao maremoto que arrasou toda a região do Terreiro do Paço, como também devido aos incêndios posteriores ao terramoto, que se alastraram por toda a cidade. Tais incêndios foram causados pela devoção da população, porque sendo o Dia de Todos os Santos, na maioria das habitações estavam velas acesas, logo, quando o mar recuou após o tsunami, as velas atearam fogo às casas de madeira, provocando assim um grande incêndio. Para mais informações sobre este evento, segue aqui, um vídeo de quinze minutos feito pela National Geographic:


 Quanto ao efeito em Photoshop, a sua resolução engloba selecionar diferentes partes da mesma imagem e aplicar-lhes diferentes rotações recorrendo à "Move Tool", à "Layer Mask Tool" e à "Clone Stamp Tool". Para mais informações segue aqui um tutorial em vídeo realizado por Ed Lopez, que foi inspirado no filme de Roland Emmerich denominado de "2012":


Fontes: https://www.youtube.com/watch?v=UfGA63u0xt8
https://www.youtube.com/watch?v=0tSpmi5-AZM

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Como fazer uma Abóbora Lanterna no Photoshop


As abóboras lanterna, ou Jack O' Lantern, surgiram de uma lenda irlandesa. A lenda consistia na existência de um velho chamado Jack, que era muito charlatão, enganando não só a sua família e amigos como também o próprio Diabo.

 Um dia, Jack convidou o Diabo para tomar uma bebida. Quando chegou a conta, Jack, que trazia com ele dinheiro. disse que se tinha "esquecido" do dinheiro e pediu ao Diabo para ele se transformar numa moeda permitindo assim o pagamento da bebida, enganando desta forma o Diabo e mantendo-o como moeda no seu bolso. Perante tal situação, o Diabo procurou negociar com o Jack para que este o libertasse, chegando-se ao acordo de que o Diabo não poderia abordar Jack durante um ano. Esse ano passou, e Jack voltou a enganar o Diabo fazendo o subir a uma árvore. O Diabo, ao se ver preso na copa da árvore, voltou a negociar com o Jack oferecendo dez anos sem quaisquer abordagens e ainda a promessa de que não ceifaria a alma de Jack quando este morresse.

 Anos depois Jack morreu. Como era maldoso não conseguiu entrar para Céu, nem para o Inferno (devido à promessa do Diabo), ficando portanto preso no mundo dos vivos. O Diabo piedoso ofereceu-lhe um pedaço de carvão em chamas, para que Jack se conseguisse guiar. A lenda rezava então, que Jack se escondia dentro de tubérculos (batatas) para preservar a luz da chama que transportava, daí o seu nome Jack O(f) Lantern. Desta forma a população no dia 31 de outubro ganhou a tradição de esculpir abrigos para Jack.

 A meio do século XIX, com a grande crise irlandesa, a maior parte da população emigrou para os USA, onde descobriram um melhor vegetal para esculpir, a abóbora, tornando-a no ícone do Halloween que hoje em dia conhecemos.



 Para fazerem a vossa própria Jack O' Lantern no Photoshop, para além de selecionarem uma imagem de uma abóbora à vossa escolha, irão trabalhar maioritariamente com opções de edição de cor e de camada, como a "Gradient Overlay Tool" ou a "Pattern Overlay", assim como a "Layer Mask Tool". Para os mais interessados segue aqui um tutorial bem detalhado em vídeo que explica passo a passo o procedimento desta composição em Photoshop:



fontes:https://www.youtube.com/watch?v=Jsjggst36iA

https://www.youtube.com/watch?v=GA-9nPLcnTE

Como criar uma casa assombrada em Photoshop

 Hoje é dia trinta e um de outubro, ou seja, estamos no dia das bruxas (ou Halloween), para celebrar tal evento festivo (que antigamente marcava o final do Verão, 600-800 d.c.), decidi partilhar um artigo que mostra como editar com o Photoshop a nossa casa para que esta fique de acordo com o espírito de Halloween.


 O efeito é obtido através do uso de ferramentas como a "Layer Mask Tool", a "Dodge Tool" (que serve para iluminar a imagem) e a "Clone Stamp Tool", de forma a tornar a imagem mais uniforme.

 É de notar que para a criação deste efeito são necessárias algumas "Assets", nomeadamente para o céu, solo e para alguns detalhes na casa (como vidros partidos). Estas "Assets" estão disponibilizadas por Mark Meyers (autor deste artigo). Para os mais interessados, segue aqui um tutorial mais detalhado sobre a resolução deste efeito:





1861: Primeira fotografia a cores

O dia 17 de maio de 1861 ficou marcado pela exibição da primeira fotografia a cores do mundo. A foto foi apresentada há cerca de 155 anos pelo físico James Clerk Maxwell numa palestra sobre a teoria da cor, no Instituto Real de Londres, Reino Unido.

1ª Fotografia a cores

Tratava-se de uma composição de três imagens monocromáticas captadas individualmente, utilizando um filtro vermelho, verde e azul. Assim, as 3 fotos resultantes  seriam projetadas por intermédio de lanternas,  permitindo a reprodução da fotografia colorida, através da combinação das 3 cores dos filtros. 

Filtros vermelho, verde e azul utilizados para criar a fotografia colorida


O desenvolvimento desta técnica revelou-se como um marco de grande importância no desenvolvimento da fotografia colorida: o método das três cores é a base para praticamente todos os processos atuais de coloração de imagens, sejam eles químicos ou eletrónicos. 

Fotografia Artística

Quando se trata de expressão corporal, acreditamos que a fotografia transmite uma mensagem artística. O Puro Conceito coloca à sua disposição profissionais que utilizam o corpo enquanto ferramenta de expressão artística, em artes como a dança, o teatro, o cinema, garantindo, por isso, que tudo faremos para captar a essência e a beleza física.

Para uma pessoa, artista ou grupo de artistas que pretenda criar uma imagem única, o Puro Conceito desenvolve uma visão artística da sua personalidade e/ou projecto profissional. O trabalho é desenvolvido por um fotógrafo e uma encenadora. A sessão é efectuada em estúdio ou em sua casa, para maior conforto.

A sessão é 100% confidencial.


Fonte: Puro Conceito

domingo, 30 de outubro de 2016

Manipulação de fotografia usando o Photoshop

Step 1 – Model

Choose the model.

Step 2 – Select the model

Use the Pen Tool to select the model. Make sure the option is in “Paths” like you see in the little box below.


Step 3 – Make the Selection.

When you end with the selection press right click. Now in the menu you have on the screen choose the option make selection.

Choose the option New Selection and press ok.



Step 4 – Subtract model from the background

Press Ctrl+J to duplicate the model’s selection you made before. The result has to be like this:


Step 5- Open a new file

To open a new file go to the menu File – New or press Ctrl+ N. The resolution is Width : 1750 x Height: 1400 pixels.


Step 6 – Resize the model.

Now put the model in the new file and change the size to fit this resolution. To change the size press Ctrl + T (Free Transform).


Step 7 – Find a Background

In this case you can use a forest that doesn’t have to many branches, because the main focus is going to be the model.



Step 8 – Gaussian Blur.

Apply blur to the background. Go to filter – Blur – Gaussian Blur. Add 4 of radius.


Step 9- Contrast

Duplicate the background layer, press Ctrl + J. and change the layer color, to do this go to Image – Adjustments – Hue/Saturation or press Ctrl+ U. Press the option colorize and press ok.



Step 10 – Change layer mode

Now change the layer mode to Soft light. And reduce the opacity to 80%.



Step 11 – Merge layers.

To merge layers together, press right click in the layer and choose the option merge down. In this way you are only going to have one layer of the background.


Step 12 – Model’s Skin

Select model’s skin with the lasso tool. After you finish the selection press Ctrl+J to duplicate the selection.


Step 13- Reduce Saturation.

Go to Image – Adjustments – Hue/Saturation (Ctrl +U) and in the option Saturation put -35, press ok to save the changes.

Step 14- More Contrast

Duplicate that layer and change the layer mode to Soft light and reduce the opacity to 50%.

Step 15- Merge the layer

Right click over the layer and choose the option merge down.

Step 16 – Change skin color.

Duplicate the model’s skin layer pressing Ctrl + J. Then go to Image – Adjustments – Hue/Saturation or press Ctrl + U. Press the option colorize and in Hue put: 22 and in saturation 20.

Step 17- Eraser

Use the eraser over the model’s eyes lips and hair.


Step 18- Nails

Make a new layer Shift +Ctrl + N, and paint over the model’s nails with a soft round brush in a green tone.
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Step 19- change layer mode

Use the layer in soft light mode
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Step 20- Make up

To make the lips, you have to go to the model’s original layer select the lips with the lasso tool, then press Ctrl+J to duplicate the selection.
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Step 21 change layer mode

Use layer in soft light and pass eraser in the edges of the lips to get a softer look.
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Step 22- Eyes

Go to model’s original layer and select the eyes with the lasso tool, then use the layer in color “dodge” mode to make eyes brighter.
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Step 23- Brighter

Now duplicate that layer pressing Ctrl + J to get brighter eyes. Remember that the layer has to be in Color dodge mode.
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Step 24- Eye shadows

In a new layer paint over model’s eyelid with a soft round brush with a green tone. Use the layer in multiply mode.
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Step 25 – More eye shadows

Repeat the process several times using different green and orange tones all over the model eyelids. You can use a brighter color near to the eyebrow and a darker in the middle of the eyelid.
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Step 26- Eyeliner.

To create a eyeliner effect use the Freeform pen tool and in a new layer (Shift +Ctrl + N) make a stroke near to the eyelashes.
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Step 27 – Eyeliner

Now press right click and choose the option Stroke Path
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Then make sure to check Simulate Pressure and choose the option brush.
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The result is going to be this one. Also if you want to make the strand softer you can pass the blur tool.
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Step 28 – Select the hair

To start with the hair go to the model’s original layer and select the hair with the lasso tool, then press Ctrl + J to duplicate the selection.
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Step 29 – Change hair color.

Go to Image – Adjustments – Hue/Saturation and change the Hue to: 22 Saturation at :25 and Lightness to: -40
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Step 30 – Hair strands

Pick a pre-made hair strand and make sure the color fits with the model’s hair. Then press Ctrl + T to change the size.
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To change the shape give right click and choose the option warp.
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After you fix the size and shape you can pass some blur over the hair to give a natural look.
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Step 31 – More hair

Repeat the process several times. Until you get something like this:
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Step 32 More Hair

Now you have to erase the undesired parts.
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Step 33 – Smudge tool

Use the smudge tool to make the outline of the hair softer. Don’t worry if it looks blurry.
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Step 34 – Freeform Pen tool

To create reflections in the model hair use the freeform pen tool. Create a new layer and make the strokes where you want the reflections to be.
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Step 35 – Stroke

Then press right click and choose the option Stroke Path.
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Now choose the option Simulate Pressure “brush”.
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Step 36 – Blending the strokes

Pass the Smudge tool over the strokes to give a natural look.
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Step 37 – Add more strokes

Repeat the process with different tones until you get this result.
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Step 38 – Leaves

Add some leaves to the hair.
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Step 39 – Change Color

Go to Image – Adjustments – Hue/Saturation (Ctrl + U), In hue put: 56 and in Lightness put: -17.
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Step 40 Duplicate

Duplicate the leaves layer and change the mode to Soft light, also reduce the opacity to 50%
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Step 41 – Wings

Add wings to the model and pass the eraser with a 30% of opacity in the wings to make them a little more transparent. You also can change the color of the wings pressing Ctrl + U.
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Step 42 – Light

To start with the lighting in a new layer use a soft round brush and pass around the model. Use a soft orange tone.
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Step 43 – Change layer Mode

Change layer to soft light mode.
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Step 44 – Blur

Use some Gaussian blur. Go to Filter – Blur – Gaussian Blur. And in radius put 50.
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Step 45 – Moss

Add some moss texture to the tree. Erase the undesired parts.
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Step 46 – Change layer mode

Use the layer in soft light mode and change the opacity to 50%
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Step 47 – Duplicate

Duplicate the moss layer and change opacity to 90% and change the color press Ctrl + U. in hue put: 33 in saturation: 27 and in lightness -29.
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Step 48- Heart

Cut the heart from a tree with the lasso tool.
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Step 49 – Heart in the tree

Put the heart in the tree, to change the position of the heart use free transform (ctrl + T). Also if is necessary reduce the light from the tree to fit the color with ctrl+u option Lightness.
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Step 51 – More light.

In a new layer pass a soft round yellow brush and like you did before add Gaussian blur. Go to filter – Blur – Gaussian Blur. And add 50 of radius. Also Use the layer in soft light mode.
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Step 52 – Lights and shadows.

Repeat the process to make more lights and shadows.
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Step 53 – Strokes

Make some strokes with the Freeform Pen tool
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Autor: Andrea Garcia