quarta-feira, 22 de março de 2017

Affinity Photo 1.5 Review: Best Budget Editor for Pros


For years, various developers have tried to come up with a direct competitor to Adobe Photoshop that would provide the power and depth that professional photographers need at a budget price. The best answer to date has come from an unlikely source: Serif, which has created a completely new program from the ground up. Serif Affinity Photo ($49.99) is a high-powered piece of software that gets our nod for being the best budget photo editor we’ve seen for serious and professional photographers.


Affinity Photo has just about all of the photography-related tools that Photoshop has — such as adjustment layers, masks, color management, dynamic paint brushes, a healing brush, lens correction, and CMYK and RGB editing — as well as support for RAW and 16-bit files. However, it lacks some of Photoshop's extra functionalities that are outside the normal photo editing realm, such as 3D editing.




In some cases, where it is different from the Photoshop workflow, Affinity Photo goes one step further. For instance, the RAW processor is part of the interface, rather than a plugin that takes you out of the workspace. In other words, you can process a RAW image in one tab and work on a JPEG or PSD in another tab at the same time. You can save any RAW edit settings as a preset and apply it to other RAW files.


Affinity Photo’s tools and commands have a depth of functionality that will take some time to explore and master. For anyone used to Photoshop, the learning curve won’t be steep, because Affinity’s interface is as clean and logical, though some terminology is different.
As an example, Affinity Photo separates sets of tools into groups called “Personas.” These aren’t quite the same as Photoshop’s workspaces, though the idea behind them is similar: to conveniently organize related tools and commands. When you click on the button for the Tone-Mapping Persona, it opens a group of docked palettes for all of the color- and exposure- adjustment tools. These include Curves, Channel Mixer, Gradient Map, Threshold, Histogram, White Balance, HSL, Recolor and so forth. Currently, Personas are limited to Photo, Liquify, Develop, Tone-Mapping and Export; there is no custom Persona presently available.


Affinity Photo is a young program, which means that some key portions are still in development or have been overlooked but will probably be added in future incarnations. For instance, Serif is currently going through the extensive list of third-party Photoshop-compatible plugins to ensure they work properly in Affinity Photo. So far, it has tested the most popular ones, such as Nik and Topaz, which Serif says function fully within Affinity. If any particular plugin is important to your workflow, it would be best to check whether it’s supported before making the move to Affinity.


No matter how large your image files are, tools and commands work in real time. That’s because Affinity uses a tiled file format for resolution independent editing. To a certain extent, this is similar to Photoshop’s Smart Objects, except it doesn’t require conversion, and unlike Smart Objects that function with only some features, this resolution-independent editing is consistent throughout the program.

For those who know photo editing history, this concept will be familiar: It’s what the old program Live Picture offered. In essence, it delivers only the amount of data (or image pixels) needed to view and edit at the current zoom level. One of the major benefits of this feature is that it enables efficient memory management, so that Affinity apps don’t run out of RAM. However, when Affinity saves the edit information and applies (or renders) it to the full file, you might experience some delay, depending on the number of edits and the image size.


While rendering enormous files might take a bit of time, it shouldn’t interfere with your work. All operations are asynchronously designed to take full advantage of multicore processors. In other words, everything will run in parallel. For instance, while the RAW processor is developing your picture in one tab, you can paint on another in a separate tab.

Compatibility


Affinity Photo doesn’t have Corel PaintShop Pro’s extensive file compatibility. But it does open the most important file formats for photographers, plus a few surprises. These include the usual suspects, such as JPEG, PNG and DNG, as well as most other RAW, TGA and TIFF formats. You’ll also find support for Adobe Illustrator, Adobe FreeHand, PDF, Radiance HDR and others. Affinity Photo can even “roundtrip” Photoshop files, which means it can both open and save to PSD; therefore, Affinity’s proprietary file format isn’t the only way to save all layer and transparency information. Other save formats include JPEG, GIF, TIFF, PNG, PDF, SVG, WMF, EPS, EXR and HDR.

The Windows and Mac versions of Affinity Photo are identical. Serif plans to launch mobile versions for iOS and Android, too, though the company hasn’t announced a release date. Affinity Photos supports pressure-sensitive styluses/tablets that work on Macs or PCs, including Wacom and Microsoft Surface. In addition, it supports the new MacBook Pro's Touch Bar.

Bottom Line


No new program, and certainly not one from a comparatively tiny company such as Serif, is going to put a significant dent into Adobe Photoshop’s market position. Nor does Affinity Photo try to be everything that Photoshop is. In fact, Serif has purposely avoided including any Photoshop-like tools that aren’t directly related to photography. However, in terms of providing a truly full featured and powerful photo editing experience for professional photographers, Affinity Photo delivers. What’s more, at $49.99, it’s a downright bargain. We expect great things from this program and its sister programs Affinity Designer and Affinity Publisher.

Menino Courgette

A Minha Vida de Courgette é o grande destaque na Monstra de 2017.
Claude Barras  o realizador suíço reconhece que é um dos cineastas do momento e que A Minha Vida de Courgette é a animação que ficou na moda gostar.

História de um menino órfão que vai parar a um orfanato muito especial e onde descobre novos amigos, um rival e possivelmente uma namorada. 
O filme é uma animação em stopmotion com bonecos criados pelo próprio Barras. O realizador afirma que esta técnica é muito dispendiosa.




Consultei o seguinte site no dia 21 de Março de 2017.

A animação deslumbrante que mostra um buraco negro "sufocando" uma estrela



Uma impressionante nova animação lançada pela Nasa hoje revela a "espiral da morte" de uma estrela quando ela cai em um buraco negro.

As observações revelaram um padrão bizarro na energia de uma "chama de ruptura de maré" em uma galáxia distante, sugerindo que o buraco negro em seu centro de repente encontrou uma "estrela azarada cheia de matéria", e agora está "sufocando" os detritos infalíveis.

A nova animação mostra como os detritos da estrela colidem consigo, causando flutuações na luz ultravioleta e óptica, bem como emissões de raios-X.

O foco investigado no estudo por pesquisadores do MIT e da NASA Goddard Space Flight Center foi descoberto pela primeira vez em novembro de 2014.

As ondas de ruptura de maré são rajadas de atividade eletromagnética que acontecem quando um buraco negro destrói uma estrela próxima.

Mas, esse flare particular foi encontrado para emitir um estranho padrão de energia.

"Descobrimos mudanças de brilho em raios-X que ocorreram cerca de um mês depois que mudanças semelhantes foram observadas em luz visível e UV", disse Dheeraj Pasham, astrofísico do MIT.


"Achamos que isso significa que a emissão óptica e UV surgiu longe do buraco negro, onde fluxos elípticos de matéria em órbita entraram em colapso."

Simulações do evento sugeriram que esses "ecos" ocorreram como resultado de um encontro súbito com uma estrela.

Na nova animação, os cientistas traçaram como e onde esses diferentes comprimentos de onda foram produzidos.

Apelidado ASASSN-14li, o evento é pensado para ter sido produzido quando uma estrela parecida com o sol se aproximou do buraco negro de 3 milhões de massa solar.

As forças de maré convertem a estrela em um fluxo de detritos, que se acumula em um disco de acúmulo giratório antes de ser finalmente sugado para o horizonte de eventos, do qual não pode escapar.


Mas, em um evento como este, os destroços ultrapassam sua queda, arqueando para fora e colidindo com o fluxo de entrada, de acordo com a NASA.

"Devolvendo aglomerados de detritos atingem o fluxo entrante, o que resulta em ondas de choque que emitem luz visível e ultravioleta", disse Bradley Cenko, de Goddard, o investigador principal de Swift e membro da equipe de cientistas.

"À medida que esses aglomerados caem para o buraco negro, eles também modulam a emissão de raios X lá."

O fenômeno foi detectado por uma rede global de telescópios robóticos conhecidos como o All Sky automatizado Survey para SuperNovae (ASASSN), e outros telescópios mais tarde juntou-se à observação.

Isso inclui o telescópio de raios-X no satélite Swift da NASA.

Data: 21/03/2016

Stop-Motion demonstra a beleza da pintura

A animação Stop-Motion do Room-Size de Benjamin Moore demonstra a beleza da pintura, projeto criado para mostrar a nova pintura matte suave


Em esforços para promover a sua nova coleção de pintura Century, Benjamin Moore , um dos principais fabricantes de tintas americanas, lançou um filme de stop-motion que coloca a pintura na vanguarda de forma visualmente intrigante.


Criada pela Agência Martin em colaboração com a produtora GenPop , o vídeo vê uma sala branca transformada em um impressionante design gráfico, de hortelã-pimenta. Riscas de tinta vermelha profunda ziguezagueiam ao longo das paredes para finalmente formar uma silhueta de um rolo de pintura listrado vermelho e branco.





Comercializado como a primeira pintura matte suave do mundo, a coleção de pintura Century vem em 75 cores e é direcionado principalmente para a comunidade designer profissional. A pintura oferece uma experiência táctil semelhante à de uma luva de couro macio e será feita em pequenos lotes que serão pré-misturados e selados para garantir qualidade e controle de experiência.


Data da consulta: 21.03.2017


terça-feira, 21 de março de 2017

Food Network

Eis o último de quatro vídeos em stop motion do canal Food Network, este dedicado às almôndegas.

Bom proveito!


Stop motion geográfico prolonga experiência checa na Madeira e Porto Santo



Está aí o segundo episódio do vídeo dos ‘Skafex Bros’ . Um projecto que teve início há cerca de um mês pelas mãos de dois amigos checos, Jakub Skalnik e Ondrej Fukan, na viagem até à Madeira. A estadia destes turistas na Região prolongou-se durante 8 dias.

Neste segundo episódio, o mentor deste canal fundado na plataforma digital Youtube diz não haver preferência entre a Madeira e o Porto Santo, indicando as diferenças entre estes dois destinos insulares.

O turista checo é o narrador deste vídeo em ‘stop-motion’ tendo visitado a Região no ano passado, decidindo agora viajar com o projecto já em mente. “Decidi fazer este vídeo com um mapa para ajudar os turistas a saber onde ir quando visitarem a Madeira”, confidenciou Ondrej, que agradeceu em nome do seu paladar à boa comida que aqui se faz e produz. “A espada preta, as frutas exóticas ou o bolo do caco, toda as comidas eram deliciosas”, elogiou.

Este é um projecto a longo termo pois todos os envolvidos são estudantes e “não existe muito tempo ou dinheiro”, embora Ondrej revele querer dar o seu melhor.

Data da consulta: 21.03.2017

Photoshop em tempo real? iPhone 8 com realidade aumentada



Quem acompanha as notícias de Tim Cook e sua equipe já deve ter ouvido o chefão da Apple falar, não apenas uma ou duas, mas algumas boas vezes, que aposta bastante nas duas novas tendências da tecnologia: as realidades aumentada e virual. E para fazer coro aos rumores, a Bloomberg trouxe uma informação interessante para os simpatizantes da Maçã: há planos de integrar realidade aumentada já no próximo iPhone

A revista diz que a empresa está desenvolvendo maneiras de tirar fotos e depois substituir a profundidade da imagem ou de objetos específicos que a compõem. Uma das tentativas da Apple no processo é isolar um objeto em uma imagem e permitir que ele seja girado a até 180 graus, sem alterar o restante da composição da foto. 

Outro recurso em desenvolvimento seria usar a realidade virtual para adicionar objetos em fotos, por exemplo, colocando chapéus em pessoas, ou simulando que a pessoa da foto está em um local famoso do mundo. Seria algo como um Photoshop em tempo real para adicionar efeitos virtuais à la Snapchat Lenses. Segundo a Bloomberg, a Apple já contratou "centenas de engenheiros", inclusive vindos da equipe HoloLens, da Microsoft, para trabalhar em tecnologias de realidade aumentada.


Para o analista mais cotado para tratar de assuntos da Apple, Ming-Chi Kuo, a câmera nova vai mesmo dar as caras. Ele acredita que ela vai ser munida de um projetor infravermelho e um receptor, capaz de funcionar da mesma forma que o Kinect (sensor de movimentos do Xbox 360/Microsoft) e rastrear todo um campo em 3D, com holografia. E como Tim Cook sempre diz: a realidade aumentada vai ultrapassar a realidade virtual. Pelo menos nos planos dele. 

Seja como for, de uma coisa podemos ter certeza: a câmera do próximo iPhone vai ser inovadora


Data da consulta: 21.03.2017


Animação e Realidade Virtual em debate pela primeira vez em Portugal



No âmbito da MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa, realizou-se no sábado (18), no Cinema São Jorge, um painel que discutiu, pela primeira vez em Portugal, a temática da Animação e Realidade Virtual. A B!T Magazine fez parte deste debate e esteve a acompanhar a sessão. Em seguida, houve tempo para experimentar vários projetos e ver vários filmes especialmente concebidos para esta tecnologia imersiva.


A talk contou com a presença de Rachid El Guerrab, project manager da Google Spotlight Stories pertencente ao Google ATAP (Advanced Technology and Projects group); Tim Ruffle, realizador da Aardman Animation; Luke Ritchie, Head of Interactive Arts do Nexus Studios; Rui Guedes, fundador da Ground Control Games e Rafael Antunes, professor da Universidade Lusófona e responsável pela tecnologia 360º VR no grupo Impresa. A discussão foi modera por Susana Marvão em representação da B!T Magazine.

Rachid El Guerrab falou de como o projeto da Google Spotlight Stories quis explorar a tecnologia dos smartphones para oferecer algo diferente aos utilizadores e traçou a evolução tecnologia VR dentro da animação. O project manager indicou ainda que um dos desafios que encontram é conseguir “levar” o utilizador pela história de forma que não fiquem perdidos na narrativa. Esta iniciativa do gigante tecnológico americano é responsável por filmes como Pearl, candidato ao Óscares, ou Rain or Shine, o mais imersivo até agora. Estes foram alguns dos filmes que podemos assistir no Cinema São Jorge, e acreditem quando dizemos que fale a pena ver.

Tim Ruffle realizou a sua apresentação com base no filme da Aardman, o Special Delevery . Abordou o processo de desenho das personagens e do local em onde se passa o filme, um condomínio. Este era também um dos filmes presentes na área de demonstrações. O realizador indicou ainda que desenvolvimento de conteúdos para realidade virtual é um processo de tentativa e erro até se encontrar a fórmula certa.

Luke Ritchie afirmou que é difícil fazer a passagem dos filmes tradicionais para filmes 3D e em VR e referiu vários projetos dos Nexus Studio, nomeadamente o 1600 que usa uma nota de 1 dólar para retratar um ano de vida na Casa Branca (1600 Pennsylvania Av) através de realidade virtual e aumentada.

Rui Guedes falou da história da startup Ground Control Games e de como esta foi a primeira empresa portuguesa a criar um jogo de realidade virtual e a ter um jogo na loja da Oculus. O portuense deu a sua perspectiva da utilização de VR na animação dentro da área dos videojogos. A empresa de gaming é também responsável por várias iniciativas interativas para diversas entidades portuguesas. Uma delas é o Porto.VR360, realizada a pedido da Câmara Municipal do Porto, em que é possível passear pela cidade e pela sua história de forma imersiva.

Rafael Antunes, por sua vez, apresentou quais as diferenças entre realidade virtual e aumentada, como tem sido a taxa de adopção das tecnologias e o que está a ser feito na área de 360º e realidade virtual no grupo Impresa. O professor da Lusófona mostrou também projetos dos seus alunos e indicou que considera que “ainda estamos a aprender a forma de contar histórias e fazer narrativas em realidade virtual”.

No final, a moderadora fez um resumo das três principais conclusões do debate que foram: a necessidade de um modelo de negócio para o uso da realidade virtual pois de outra forma, os investimentos na área podem parar a médio prazo, a aposta na qualidade conteúdos e a melhoria da taxa de adopção da tecnologia. Mas foi unânime que para isto acontecer, de facto, a qualidade da narrativa e dos conteúdos é fundamental.


Data: 21/03/2017

Isle of Dogs | Novo stop-motion de Wes Anderson será inspirado em Akira Kurosawa



Wes Anderson está de volta à cadeira de diretor com seu novo projeto Isle of Dogs. O filme, que levará o diretor de volta ao mundo do stop-motion pela primeira vez desde 2009 (quando dirigiu O Fantástico Sr. Raposo), se passará no Japão e contará a história de um jovem na busca pelo seu cão desaparecido.



Segundo o The Film Stage, Anderson revelou duas inspirações para o novo filme, a primeira delas sendo os especiais de natal feitos para a TV americana.

“Eu adoro esses especiais de natal da TV”, explicou. “Eu sempre gostei das criaturas nos filmes estilo [Ray] Harryhausen mas, falando sério, os especiais de Natal foram o que, provavelmente, me fizeram querer entrar nessa”.

E, ainda, sua segunda fonte de inspiração foi ninguém menos do que Akira Kurosawa, aclamado e já falecido diretor japonês.


“O filme é mais influenciado pelo Akira Kurosawa do que por qualquer outro filme de stop-motion”.

Isle of Dogs está previsto para estrear em 2018 e traz, no elenco, nomes como Bill Murray, Tilda Swinton, Jeff Goldblum, Edward Norton, Greta Gerwig, Scarlett Johansson, Bryan Cranston e Yoko Ono.

Filme Português considerado melhor curta metragem em Festival de Animação

O Filme "Estilhaços", do cineasta português José Miguel Ribeiro, recebeu no dia 5 de março de 2017 o prémio da imprensa para Melhor Curta-Metragem no Anima-Festival de Cinema de Animação de Bruxelas.

Este filme relata a guerra colonial e os efeitos do stress pós-traumático em contexto familiar, o filme foi o único português selecionado para a competição internacional do festival belga.

"Estilhaços" combina a imagem real, desenho animado e stopmotion. Entre ficção e documentário, o filme cruza duas perspetivas sobre a guerra.



Consultei a Wikipédia no dia 21 de Março de 2017.